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Blick: Lana Del Rey fala sobre futuro, trabalho voluntário, tempo livre e muito mais

Em breve entrevista concedida ao portal suíço Blick durante sua passagem pelo país, Lana Del Rey falou sobre o que gosta de fazer em seu tempo livre, trabalho voluntário, futuro e muito mais. Leia abaixo a tradução da entrevista:

Ela é uma das maiores estrelas do momento: Lana Del Rey (31) revolucionou o mundo da música pop com suas baladas dramáticas e misteriosas. Esta semana, a americana tímida, que já trabalhou como assistente social, realizou duas apresentações na Suíça. “Eu voltarei”, ela prometeu antes de seu concerto de ontem (15) em Locarno.

Você não concede muitas entrevistas. Por quê?

No passado, muitas vezes já fui mal compreendida por causa de minhas palavras. Por isso, prefiro deixar a minha música falar por si só e espero que ela transmita mais do que eu com a minha opinião pessoal.

Anteriormente, você disse que ficava nervosa antes de se apresentar. Isso ainda é verdade hoje?

Não mais. Minha vida só gira em torno de música, e concertos agora são naturais para mim.

Você já apresentou-se em todo o mundo. Quais são os lugares mais bonitos?

Eu amo cidades costeiras, como Mônaco ou Portofino, na Itália. Eu também gosto muito Montreux, onde me apresentei na quarta-feira (13) — o Lago Léman é lindo. Estou feliz em poder visitar novamente alguns dos lugares mais bonitos da terra nesta turnê: Atenas, Saint-Tropez e agora, é claro, Locarno.

Quando não está em turnê, o que você costuma fazer em seu tempo livre?

Escrevo canções. Geralmente, costumo trabalhar com o produtor Rick Nowels (Summertime Sadness, Dark Paradise, entre outras). Ele mora perto da praia. Durante os intervalos, eu vou nadar. Visito diferentes cidades na costa sul da Califórnia. Também gosto muito de ir a concertos. Pelo menos uma vez por semana, quando estou em Los Angeles, escolho uma banda que gosto e vou em sua apresentação.

O quê te inspira?

Todos os tipos de felicidade. Mas o mais inspirador é a completa liberdade e oportunidade de viver do jeito que eu quero. Passo muito tempo na natureza, tais como caminhar nas montanhas, visitar o teatro ou ler poesias. Gosto de pessoas criativas. Assim que tenho uma ideia para uma canção, eu quase que imediatamente gravo ela no meu celular. Então vou até o produtor e canto ela acapella.

Se Video Games não tivesse tornado-se um hit em 2012, como seria a sua vida hoje?

Lembro-me exatamente quando decidi que queria ser uma cantora. Eu ainda estava na faculdade, e fizemos uma viagem para uma reserva indígena. Naquele dia, percebi que eu tinha apenas duas opções: a música ou o voluntariado. Escolhi a primeira opção. Se ser cantora não der mais certo, eu, provavelmente, gostaria de realizar trabalhos sociais em alguma cidade pequena.

O que mudou a partir do momento em que você se tornou famosa?

Não posso simplesmente sair com frequência. Isso às vezes é chato, mas eu posso fazer o que gosto: cantar e ganhar a vida.

Quando você está mais feliz?

Quando termino uma turnê e posso trabalhar novamente em um novo álbum. Gosto de transformar ideias em realidade, transformar palavras em composições. Mas também tenho uma vida fora da música: gosto de se encontrar com amigos e ir no final de uma noite de verão comer fora.

Onde você se vê daqui a 30 anos?

Gostaria de ter essa resposta! Mas tenho certeza que um dia vou voltar à Suíça para visitar Montreux e Locarno novamente. Realmente gostei desses lugares maravilhosos.

Tradução por Thiago Goedert. – Equipe Lana Del Lovers
Entrevista original por Blick.

  • Eliéser

    Não pareceu ser realmente uma entrevista com Lana del Rey

    • Júlio Ary

      alguém parece bastante feliz, ainda bem.

  • Leonardo

    que coisa mais linda essa entrevista <3

  • Athos

    Até um dia desses a Lana podia andar despreocupada pelas ruas do EUA que não seria reconhecida por ninguém, lembro me até do descontentamento dela com relação com relação a isso. Hoje simplesmente eu leio isso ❤

    O que mudou a partir do momento em que você se tornou famosa?

    Não posso simplesmente sair com frequência. Isso às vezes é chato, mas eu posso fazer o que gosto: cantar e ganhar a vida.

    Não sei se isso é algo bom, mas aposto que é sinal de um ótimo trabalho sendo reconhecido por nós fãs.